quarta-feira, 5 de março de 2014

Classe média crescente elogia hospitais do SUS

Entre os anseios de uma classe média crescente, ter na carteira um cartão de plano de saúde é tão importante quanto a chave de um carro. Medicina pública, diz o senso comum, é para quem não tem dinheiro. Por trás dos estereótipos, no entanto, milhares de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) experimentam os problemas e os benefícios da maior rede de assistência gratuita do mundo. Inclusive os pacientes que têm como bancar a saúde privada. E é dessa classe média, avaliam os especialistas, que a rede precisa de mais atenção.A nutricionista Patrícia Martins, 34 anos, é uma defensora do SUS. Durante toda a vida, apesar de ter um plano privado, ela fez os acompanhamentos de rotina em postos de saúde. O fato de ela, moradora de Águas Claras e professora universitária, frequentar ambulatórios públicos chegou a ser questionado por um médico que a atendeu.

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