segunda-feira, 17 de março de 2014

Viúvo: ‘Arrastaram o corpo dela como se fosse um saco’

Alexandre Fernandes da Silva, de 41 anos, viúvo de Cláudia Ferreira da Silva, de 38 anos, morta na comunidade de Congonha, em Madureira, na Zona Norte o Rio, durante operação policial na manhã de domingo, reclama da postura dos policiais:- Arrastaram o corpo da minha mulher como se ela fosse um saco. A perna dela ficou toda em carne viva. Não podiam ter feito isso com ela - diz, abalado.Ele estava no seu trabalho de vigia, no Mercadão de Madureira, quando ficou sabendo que a esposa havia sido baleada:- Ela era trabalhadora, não bandida. Não sei por que fizeram isso com ela.A filha de Cláudia, Thaís Silva, de 18 anos, estava em casa e escutou a ação:- Quando sai, minha mãe já estava jogada no chão, ensanguentada. Perguntei para os policiais o porque de eles terem atirado na minha mãe. Eles não falaram nada.

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