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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Supremo nega prisão de Aécio; irmã dele foi levada pra cadeia

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (18) que tenha enviado um pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para julgamento ao Plenário da Suprema Corte. O senador tucano foi afastado do mandato por Fachin após a divulgação da delação do empresário Joesley Batista, dono da JBS, na qual Aécio aparece, em uma gravação, pedindo R$ 2 milhões para pagar seus advogados de defesa na Lava Jato. Segundo o colunista Lauro Jardim, que divulgou também nesta quarta-feira (17) parte do teor das delações contra o presidente Michel Temer, o diálogo entre Aécio e Joesley tem cerca de 30 minutos e o encontro aconteceu no dia 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo. A irmã e assessora do senador Aécio, Andréa Neves, foi presa na manhã desta quinta-feira (18) por agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. No Rio, um chaveiro foi chamado para os agentes cumprirem o mandado de busca e apreensão no apartamento de Andréa em Copacabana, na Zona Sul. Este imóvel pertenceu ao ex-presidente Tancredo Neves, avô de Aécio e Andréa.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal cumprem mandados de busca e apreensão em imóveis de Aécio Neves e no gabinete dele, no Congresso. O procurador da República Ângelo Goulart Villela foi preso. Também são alvos da operação os gabinetes do senador Zezé Perrela (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), na casa dele, no condomínio Morro do Chapéu, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Fred, como é conhecido, teria sido filmado recebendo R$ 2 milhões a mando do empresário Joesley Batista. A informação da prisão foi confirmada pelo advogado de Frederico, Maurício Campos Júnior. Na conversa gravada, Joesley e Aécio negociam de que forma seria feita a entrega do dinheiro. O empresário teria dito que se o senador recebesse pessoalmente o dinheiro, ele mesmo faria a entrega, e que, se Aécio mandasse um preposto, o empresário faria o mesmo. Foi quando o senador disse, de acordo com O Globo: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do c.”. (Veja)

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