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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Atrapalhadas podem levar Marão pagar indenização milionária

O Procurador do Trabalho Ilan Fonseca de Souza e a Promotora de Justiça do Estado da Bahia Alicia Violeta Botelho Sgadari Passeggi resolveram agitar uma Ação Civil Pública, no sentido de que a justiça proíba imediatamente contratações sem concurso na Prefeitura municipal de Ilhéus. A ação foi proposta contra o prefeito Mário Alexandre e contra o secretário de administração Bento José, ambos teimam em contratar apaniguados sem concurso ferindo de morte preceitos constitucionais. O site o Defensor teve conhecimento que as contratações têm por objetivo cumprir promessas ao vereadores em empregar na PMI parentes e amigos dos mesmos. Um desiderato também forte é trazer pessoas de outras cidades, façam contratos “pro forma” para que assumam compromissos de que sejam cabos eleitorais da mamãe do Prefeito na reeleição de Deputada Estadual. Fato vergonhoso foi a aprovação de um projeto de lei na Câmara de Vereadores, quando para dá uma “forma legal” atenderam o pedido do Prefeito e formataram O TREM DA ALEGRIA, onde foram criados 300 cargos para permutar com o apoio dos edis na Casa que deveria ser de leis, em consonância com a Constituição Federal. A orientação do Diretório do PDT, que figura como Presidente Dr. Cosme Araújo foi no sentido de que os 3 vereadores votassem contra esta imoralidade, que sem dúvida, agora deverá ser objeto de ação própria, para que esta lei casuística não tenha eficácia no orbe jurídico. Noutra vertente, é sabido que, a “mamãe” foi denunciada recentemente pelo MPF. Agora, existem várias denúncias que estão sendo investigadas sobre supostas licitações fraudulentas na PMI, comprovadas as denúncias, por certo, vai desaguar no afastamento de Mario Alexandre, antes do final do ano. No Brasil virou moda do vice assumir. Nazal está de camarote. Existem comentários que, o Ministério Público deverá acionar o Prefeito por gastos exorbitantes com festas promocionais e, fins eleitoreiros, em detrimento de ações nas áreas que possam beneficiar a população mais carentes (saúde, educação etc..). Confiamos no MPF e no MPE. (Mateus Andrade)

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