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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Endurecimento da CBF pode ter dedo de ex-diretor da Globo

A rusga entre Globo e CBF pelos direitos de transmissão envolvendo o amistoso da seleção brasileira contra a Argentina teve um preço: 5 milhões de dólares (ou cerca de 16 milhões de reais). Era quanto a entidade queria pela partida da última sexta-feira, dia 9, e o jogo da próxima semana contra a Austrália (2,5 milhões de dólares cada). Por ser um jogo marcado para 7h da manhã no horário de Brasília e sem a presença de Neymar, a Globo pulou fora de negociar qualquer proposta. Em outros tempos, um amistoso do Brasil chegou a valer 1,5 milhão de dólares para a emissora. A Globo desconfia que o seu ex-todo poderoso da área de esportes, o executivo Marcelo Campos Pinto, esteja auxiliando a CBF na nova estratégia. É a primeira vez que a entidade, historicamente ligada à emissora, endurece quando o assunto é a exibição dos jogos do Brasil. Em janeiro, como não renovou contrato com a Globo, a CBF liberou o sinal de Brasil e Colômbia no Engenhão para todas as emissoras. Os amistosos contra Argentina e Austrália serão transmitidos por Vivo, UOL, TV Brasil e Cultura. Até a semana passada, o Facebook também estava disposto a comprar os direitos das duas partidas. Chegou a estudar vender no mercado quatro cotas de patrocínio por 2,3 milhões de reais cada. A ideia era dividir o dinheiro entre a rede social (1,8 milhão de reais) e CBF (500 000 reais). As negociações com o mercado, que ainda sofre com a crise econômica, não avançaram. Para a Globo perder estes jogos neste momento não é tão grave. O problema será se não garantir o amistoso entre Brasil e Alemanha, marcado para o início do ano que vem. Pelo valor simbólico do jogo, o primeiro após o 7 a 1 da Copa de 2014, a emissora certamente aceitará abrir mais os cofres. (Maurício Lima)

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