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quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dez anos sem ACM

Dez anos se completam nesta quinta-feira (20/7) desde a morte de Antonio Carlos Magalhães (ACM), um dos políticos mais importante do Brasil. “Cabeça branca”, como o político também era conhecido, governou o estado em três mandatos, dois concedidos durante a Ditadura Militar. Seus métodos polêmicos de governar marcaram a trajetória política, fundamentada no controle dos meios de comunicação que trabalhavam ao seu favor construindo uma imagem pública positiva, e na prática institucional do clientelismo — sistema político caracterizado pelas trocas de favores. Nos autos da sua morte, Antonio Carlos Magalhães sofria com diabetes, problemas renais e cardíacos. Após um mês de internação, em uma manhã de inverno, o político morreu por falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, aos 79 anos

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