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terça-feira, 11 de abril de 2017

Justiça absolve PM acusado da morte de Nadson

Por 5 votos a 2, o PM Wallace Feitosa da Silva foi absolvido da acusação de dirigir a viatura que vitimou o adolescente Nadson Pereira de Almeida, de 15 anos, no dia 16 de fevereiro de 2014. O julgamento do policial militar foi no Salão do Júri do Fórum Ruy Barbosa, em Itabuna e durou mais de 12 horas. A Justiça entendeu que não houve intenção na morte do menor. O julgamento foi presidido pela juíza Márcia Melgaço, o advogado Jorge Nobre defendeu o PM, já os advogados Marcos Bandeira e Davi Pedreira trabalharam na acusação junto ao Ministério Público. Bandeira adiantou que irá recorrer do resultado. RELEMBRE - No dia 16 de fevereiro de 2014, Nadson foi perseguido por uma viatura da PM, após não atender a uma ordem para estacionar a moto, houve perseguição policial e o adolescente foi atropelado e morto. O fato aconteceu no bairro Lomanto, em Itabuna. Dezenas de testemunhas foram ouvidas na Delegacia de Polícia de Itabuna e na Vara do Júri, todos moradores do bairro Lomanto, e contaram que o atropelamento foi proposital. As testemunhas afirmam categoricamente que a viatura derrubou a moto, o adolescente foi lançado para a frente, o capacete saiu de sua cabeça, caiu ao chão e a viatura passou por cima do mesmo. A Vara do Júri de Itabuna pronunciou o PM Wallace, que recorreu da decisão para o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia e este manteve a decisão de julgamento pelo Tribunal do Júri. A Tese da defesa do PM, que não foi aceita pela Justiça Criminal em Itabuna e nem no Tribunal de Justiça é que o fato teria sido um acidente de trânsito. Na época, o caso Nadson teve uma grande repercussão, inclusive, no dia do crime a cidade de Itabuna foi palco de protestos e vandalismo, ônibus foram incendiados e vários veículos que estavam no pátio da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settran) foram destruídos.

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