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sábado, 6 de maio de 2017

Quadrilha que atuava em BH tinha ligação com máfia italiana


Um método sofisticado de comércio de drogas que envolvia ex-integrante de um cartel da Colômbia e até mesmo a máfia italiana. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, a Polícia Federal (PF) contou os detalhes da atuação da quadrilha de tráfico internacional de entorpecentes que se estabeleceu em Belo Horizonte e Nova Lima, na Grande BH. O grupo montou um esquema de transporte de cocaína para a Europa em blocos de granito e movimentava milhões. Treze estrangeiros foram indiciados.De acordo com a PF, os traficantes se valiam equipamentos pesados, entre eles brocas usadas na mineração e extensores para profundar buracos feitos nas pedras, para recheá-las de cocaína. O material seguia por via marítima a países da Europa. ““Eles constituíam empresas lícitas de exportação de pedras brutas, adquiriam blocos de granito ou outros tipos de pedras, faziam perfuração nesse bloco, ocultavam a cocaína em seu interior e depois tampavam com a parte inicial que foi perfurada e resinava. Pelo tamanho da pedra, cerca de 20 a 22 toneladas, é até difícil identificar”, afirma o delegado Elster Moraes.

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