Filhos das lideranças políticas do Rio Sérgio Cabral e Jorge Picciani, ambos presos, o deputado Marco Antônio Cabral, de 26 anos, e o ministro do Esporte e deputado licenciado, Leonardo Picciani, de 38, assumiram o controle do MDB fluminense com uma missão dupla: garantir o futuro de seus clãs, com a própria reeleição à Câmara, num cenário adverso daquele que os levou ao poder; e impedir uma debandada no partido.Marco Antônio é vice-presidente do Diretório Estadual e assumiu interinamente o MDB do Rio por causa da prisão de Jorge Picciani – presidente da sigla e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Leonardo o auxilia na tarefa. Ele organizou uma reunião no MDB fluminense na semana passada para traçar a estratégia do partido para 2018. O principal ponto é o que fazer diante da provável saída da legenda do ex-prefeito do Rio Eduardo Paes: lançar um nome próprio alternativo ou aderir ao grupo político do ex-prefeito Cesar Maia, pré-candidato a governador pelo DEM.
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