A matéria “Evasão de passageiros traz discussão sobre tarifa ao centro das eleições”, escrita pelo jornalista Jonathan Souza, de Ilhéus, e o estudante de Jornalismo Daniel Brito, de Salvador, é uma das três finalistas do Prêmio 99 de Jornalismo, na categoria Jovens Jornalistas. Os trabalhos selecionados foram divulgados na terça-feira (17), no site do prêmio. Os vencedores serão anunciados em dezembro, em cerimônia de premiação. Publicada no jornal Folha de São Paulo no dia 12 de outubro, a matéria aborda o desafio do financiamento do transporte público por ônibus nas cidades brasileiras, que depende, em sua grande maioria, do pagamento da tarifa. No entanto, a queda constante de passageiros pagantes, observada nos últimos anos e ampliada durante a pandemia do novo coronavírus, tem colocado em risco a manutenção desse serviço essencial. De acordo com a NTU (Associação das Empresas de Transportes Urbanos), o setor perdeu 37,4% da demanda entre 2013 e 2019. Em 2020, essa queda chegou a 80% no auge da pandemia. A dependência de financiamento apenas da tarifa gera um ciclo vicioso baseado no aumento anual dos custos, que leva ao reajuste periódico das passagens (muitas vezes, acima da inflação), que, consequentemente, provoca a redução de passageiros, diminui a arrecadação e impacta nos recursos para novos investimentos. Para romper este ciclo, a entrevistada na matéria Clarisse Linke, diretora executiva do ITDP Brasil (Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento), defende a criação de novas formas de custeio do serviço, “com parte do financiamento vindo dos orçamentos públicos ou de novas fontes de receita”.
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20 novembro 2020
06 outubro 2020
Caio Copolla, defensor ferrenho de Bolsonaro, explode
O jornalista Caio Copolla, defensor escancarado de Bolsonaro, criticou o presidente durante mais de seis minutos no canal de notícias CNN. Coppolla disse que a atuação do político (Bolsonaro) "tem decepcionado" no combate à corrupção e que é uma "tristeza para o Brasil" os encontros recentes do chefe do Executivo. O vídeo com as críticas do jornalista viralizou e intrigou parte dos internautas, que ficaram surpresos com as falas de Coppolla sobre o político que já o elogiou publicamente. Além disso, o Além disso, o comentarista opinou que o abraço entre Bolsonaro e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, foi "constrangedor". "É uma tristeza para o Brasil saber que o tempo de lazer do presidente da República é desfrutado em tão má companhia. Sobre o que foi conversado nesse encontro entre camaradas, a gente só pode especular. Mas as câmeras captaram uma cena chocante: o abraço comprometedor entre Bolsonaro e Toffoli", falou Coppolla. "Seria esse o tal abraço hétero ao qual sempre se referiu o presidente da República? Me pareceu mais um abraço cúmplice, coroado por aquele sorriso de quem se entende apenas pelo olhar", reclamou o jornalista. O funcionário da CNN Brasil não concordou com a indicação do desembargador Kassio Nunes Marques para o STF. "Foi um encontro na semana passada, na casa do ministro Gilmar Mendes, que sacramentou a indicação de Kassio Nunes ao STF". "Vejam que coincidência, Gilmar Mendes é relator da ação contra Flávio Bolsonaro no STF. O presidente escolheu o seu primeiro indicado ao STF para agradar aos dois ministros do Supremo responsáveis pelo processo do seu filho", opinou ele. "O pior é que não é nem a primeira vez que o presidente faz uma indicação que contraria o seu compromisso de campanha de endurecer o enfrentamento ao crime. A própria atuação do presidente tem decepcionado", reclamou o comentarista, que seguiu elencando problemas de combate à corrupção no governo Jair Bolsonaro. (Daniel Castro)
29 agosto 2019
Nova diretoria do Sinjorba toma posse e encara desafios
A nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia toma posse nesta sexta-feira (30), na sede da .Associação Baiana de Imprensa, em Salvador. Para a solenidade e confraternização, além da categoria, foram convidadas autoridades estaduais, municipais, representações de entidades de classe parceiras e outras organizações políticas. O novo presidente do Sinjorba, Moacy Neves, afirma que "os retrocessos trabalhistas, a precarização da profissão, as novas configurações das relações de trabalho irão impor à próxima gestão uma entidade muito mais organizada, dinâmica e participativa". No Sul da Bahia, o Sinjorba terá como diretor regional o jornalista Daniel Thame, com passagens pelo jornal A Região e TV Cabralia, atualmente na Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia. “Temos o desafio de tornar o sindicato um instrumento de fortalecimento e valorização da categoria, num momento em que a profissão enfrenta grandes desafios e um mercado estagnado e até mesmo em retração, além das constantes ameaças à liberdade de imprensa”, diz. O vice-diretor regional é o ilheense Valério de Magalhães. O Sinjorba tem como diretor para o Interior, o jornalista grapiúna Marival Guedes, com passagens pela TV Cabrália e os principais veículos regionais, hoje radicado em Salvador.
20 julho 2016
De bola cheia
Um dos repórteres mais criativos do rádio itabunense, Fábio Luciano, que hoje responde pela Assessoria de Imprensa da Câmara de Vereadores de Itabuna, receberá homenagem daquela casa no próximo dia 26. O “Diploma de Honra ao Mérito” será conferido por iniciativa do vereador Ronaldo Geraldo, do PMN. Fábio Luciano presta serviço ao legislativo itabunense há muitos anos e é um observador atento do cenário político local. Ele ainda mantém participações no rádio e edita o blog Notícias da Cidade. Na mesma solenidade, outras personalidades serão reconhecidas, com honra ao mérito e títulos de cidadania itabunense. O evento oficial é previsto no Regimento Interno da Câmara e integra as comemorações pelo aniversário de emancipação do município. (Pimenta)
16 fevereiro 2016
26 janeiro 2016
Universidade Columbia oferece bolsa em jornalismo
Escola de Jornalismo da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, está aceitando inscrições para a bolsa de estudos Knight-Bagehot em jornalismo econômico e financeiro. Interessados podem se candidatar até o dia 1º de março. Durante um ano, bolsistas ampliarão seus conhecimentos em negócios, economia e finanças. Eles receberão passe livre para participar de aulas nas escolas de jornalismo, direito e relações internacionais da Universidade Columbia, além de uma bolsa de US$ 55,000. Candidatos devem ter fluência em inglês e quatro anos de experiência profissional, no mínimo. Para mais informações sobre a bolsa oferecida pela instituição de ensino americana, clique aqui. (Comunique-se)
14 maio 2015
Estudantes debatem Jornalismo político com Ricardo Bacelar
Após uma eleição presidencial marcada pela disputa acirrada entre partidos de esquerda e direita, os brasileiros passaram cada vez mais a acompanhar os rumos da política no país. Através de noticiários de Rádio, Tevê, jornais impressos, blogs e as redes sociais, o eleitor está atento ao que acontece no mundo da política brasileira, desde notícias de escândalos envolvendo grandes figuras políticas às mudanças que ocorrem a partir de ajustes na economia que refletem diretamente na vida de todo cidadão comum. Sabedores de que toda essa rede de informação tem origem nas notícias que são veiculadas, os alunos do 4º semestre do curso de Jornalismo da Unime aceitaram a proposta do professor Diego Raniery para um debate sobre o papel do profissional jornalista no jornalismo político. Cobertura, fontes, especulações, apuração dos fatos, credibilidade da informação além da moral e da ética na profissão, foram subtemas que instigaram a participação dos alunos que receberam como convidado o radialista Ricardo Bacelar, apresentador ao lado de Joel Filho do programa Difusora News pela rádio Difusora de Itabuna. Por ser um programa de cunho jornalístico voltado principalmente para a política, Ricardo Bacelar foi questionado pelos alunos sobre as diversas situações que envolvem o dia a dia da informação deste segmento de notícia, desde a produção de pauta até as formas de entrevistas que são feitas com determinados políticos. “Foi uma noite significante porque pude compartilhar um pouco do meu trabalho e debater com eles esse “furacão” que é o jornalismo político”, disse Bacelar. A experiência compartilhada e o tema reforçado pelo professor Diego Raniery foi fundamental para a formação dos alunos que a cada semestre criam expectativas sobre a profissão que se pretende no futuro, ” foi de extrema importância, conseguimos atrair um convidado que viveu e talvez ainda vive os dois lados, a política e o jornalismo, isso é enriquecedor para os nossos alunos”, ressalto Raniery. (Arena Blog)
22 julho 2014
Jornal anuncia morte de Suassuna, mas volta atrás
Nesta terça-feira (22), às 17h31, o jornalista Ancelmo Gois publicou em seu blog no jornal O Globo a morte do escritor Ariano Suassuna. Vinte minutos depois, o diário usou o Twitter para admitir a "barrigada": "Informação da morte de Ariano Suassuna foi engano". Nota: a RBN também divulgou a morte de Suassuna, mas deletou o post.
30 janeiro 2014
Jornalista brasileira quer exame de DNA para provar que Hitler morreu no Brasil
No livro “Hitler no Brasil – Sua Vida e Sua Morte”, fruto da dissertação de mestrado em jornalismo de Simoni Renée Guerreiro Dias, uma nova versão para a morte do ditador é apresentada. A pesquisadora defende que o nazista teria forjado o próprio suicídio para escapar da invasão soviética a Berlim em 1945, após a execução de milhares de judeus, e que teria fugido para a América do Sul, onde acabaria vivendo e morrendo na cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá. Para comprovar a tese, a pesquisadora pretende realizar um exame de DNA para comparar os restos mortais de um estrangeiro que morreu em território mato-grossense com um suposto parente de Hitler localizado, segundo Simoni, em Israel. Em entrevista ao G1, a própria mestranda contou que não acreditava na história. “Eu zombava, dava risada, dizia que era blefe”, comenta. A pesquisa começou a partir de boatos contados na região. Simoni achou estranho que um idoso estrangeiro vivesse na década de 80 na cidade de Nossa Senhora do Livramento, hoje com pouco mais de 11 mil habitantes. Conhecido na pela vizinhança como “Alemão Velho”, Adolf Leipzig seria o nome adotado pelo nazista em território brasileiro, segundo a autora do estudo, que recolheu objetos, restos mortais e relatos sobre o homem. No livro, ela apresenta a versão de que o Vaticano teria oferecido o mapa para localização de um tesouro jesuíta ao ditador. A fortuna estaria escondida desde o século XVIII em uma caverna em Nobres, cidade turística a 151 km de Cuiabá. Após procurar sem sucesso, o austríaco teria morrido na região. O trabalho, ainda em desenvolvimento, já recebeu críticas de acadêmicos como o professor de História Política e Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cândido Moreira Rodrigues. Além da não existência de evidências de que Hitler tenha sobrevivido à invasão soviética, ele apontou a falta de rigor científico e de apuração historiográfica na tese. (Comunique-se)
31 agosto 2013
Pressionado, jornal O Globo admite que errou ao apoiar Golpe de 1964
O jornal O Globo publicou neste sábado em seu site um texto no qual admite que errou ao apoiar o Golpe de 1964, que deu início à ditadura militar no País. Pressionado pelos protestos de junho, o jornal decidiu divulgar o documento, que tornou públicas discussões internas das Organizações Globo sobre o episódio. “Não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio (ao golpe) foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”, diz o texto, que pode ser lido na íntegra no site Memória, que reúne a história de O Globo.Durante os protestos que eclodiram em junho, a Rede Globo e veículos afiliados foram alvo dos manifestantes em diversas cidades. Eles acusavam a empresa de ter apoiado editorialmente a ditadura militar. Atos contra prédios da emissora foram registrados em todo o País. Ao divulgar o texto hoje, O Globo afirma que “governos e instituições têm, de alguma forma, que responder ao clamor das ruas”. “A lembrança é sempre um incômodo para o jornal, mas não há como refutá-la. É História. O Globo, de fato, à época, concordou com a intervenção dos militares, ao lado de outros grandes jornais, como O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e o Correio da Manhã, para citar apenas alguns”, diz o texto. O documento faz um resgate da situação política antes do golpe e relembra que, no dia 31 de março de 1964, teve sua sede invadida por fuzileiros navais comandados pelo Almirante Cândido Aragão, do “dispositivo militar” de João Goulart, como se dizia na época. “Naquele contexto, o golpe, chamado de ‘Revolução’, termo adotado pelo O Globo durante muito tempo, era visto pelo jornal como a única alternativa para manter no Brasil uma democracia. Os militares prometiam uma intervenção passageira, cirúrgica. Na justificativa das Forças Armadas para a sua intervenção, ultrapassado o perigo de um golpe à esquerda, o poder voltaria aos civis. Tanto que, como prometido, foram mantidas, num primeiro momento, as eleições presidenciais de 1966”, explica o texto do jornal. O jornal também afirma que Roberto Marinho, na época presidente das Organizações Globo, “sempre esteve ao lado da legalidade”. “Cobrou de Getúlio uma constituinte que institucionalizasse a Revolução de 30, foi contra o Estado Novo, apoiou com vigor a Constituição de 1946 e defendeu a posse de Juscelino Kubistchek em 1955, quando esta fora questionada por setores civis e militares. Durante a ditadura de 1964, sempre se posicionou com firmeza contra a perseguição a jornalistas de esquerda: como é notório, fez questão de abrigar muitos deles na redação do Globo.” O texto de O Globo termina afirmando que a História “é o mais poderoso instrumento de que o homem dispõe para seguir com segurança rumo ao futuro: aprende-se com os erros cometidos e se enriquece ao reconhecê-los”. “O Globo não tem dúvidas de que o apoio a 1964 pareceu aos que dirigiam o jornal e viveram aquele momento a atitude certa, visando ao bem do país”, afirma o jornal.
20 setembro 2012
EBC abre vagas para estagiários de Jornalismo em Brasília
Iniciou nessa segunda-feira, 17, mais um processo para seleção de estagiários de Jornalismo em Brasília, realizado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). As inscrições vão até 28 de setembro. São 18 vagas, sendo uma para pessoa com deficiência, com carga horária de 20 horas diárias e bolsa-auxílio de R$ 600,00. O estudante terá a oportunidade de estagiar em várias áreas do jornalismo, como redação, rádio, produção em televisão, monitoramento de notícias, comunicação multimídia, assessoria de comunicação, entre outros. A empresa possibilitará a experiência em todos os seus veículos: TV Brasil, Agência Brasil, e as rádios Nacional de Brasília (FM e AM) e a Radioagência - além dos programas jornalísticos, ‘A Voz do Brasil´ e ‘Bom Dia Ministro’. Os interessados devem acessar a página do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) e ler o regulamento. Os estudantes devem estar cursando mais da metade do curso e não podem estar no último semestre. Os resultados serão divulgados no dia 22 de outubro.
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