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O destino do material impedido de entrar no municipios de Caetité, pela população, ainda é incerto. Na manhã de desta quarta-feira (18) será realizada mais uma assembleia para tentar chegar a um acordo com a população e ambientalista da região, sobre o que fazer com a carga de material radioativo, que seriam levados para a mina de Maniaçu, em Caetité (757 km de Salvador).
Após analise do material, que será feita por técnicos contratados por uma comissão independente, o destino da carga será decidido. Essa comissão é formada por representantes de organizações ambientalistas, prefeitura, igreja católica e pela Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), estatal ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), além dos responsáveis pelo produto.
Técnicos do Sindicato Nacional dos Mineradores e da Comissão Nacional de Energia Nuclear também farão um relatório de análise, mas sem precisão de finalização.
Desde o último domigo foi instalado o impasse sobre o destino da carga, após manifestantes impedirem a entrada da carga em Caetité, pois acreditam ser rejeito radioativo. De acordo com a INB, a carga é composta por urânio natural e apresentou nesta terça documentação comprovando a autorização de transporte.
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